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Legislação Policial

quinta-feira, 12 de março de 2015

Prisão de Assaltantes de Banco

Em 11.03.15, por volta das 15hs, após levantamento realizado pela 2cipm e no decorrer de rondas efetuadas pelo efetivo do Gati e Malhas da Lei foi descoberto um rancho às margens da BR 116, proximidades da Torre do Bendo onde houve troca de tiros entre os meliantes e o efetivo da 2cipm.  Os elementos efetuavam assaltos na BR 116 e à carros fortes e agências bancárias.  Foram presos valter vieira pereira, vanildo vieira fonseca pereira (galego do bendo), gilvan miciano pereira (02 mandados de prisão) e sua esposa bianca dos santos rocha. Materiais apreendidos: 01 sub metralhadora taurus .40, com numeração raspada, com um carregador e cinco munições intactas,  01 revólver cal.38 taurus, com numeração raspada e 24 munições intactas, 01 espingarda cal.28 CBC, numeração 484148, com 07 cartchus sendo 04 intactos, 11 cartchos cal.12, 03 coletes balisticos,  01 gorro comando, 19 cartuchos de emulsão (explosivos), 04 celulares e a quantia em dinheiro no valor de R$ 3.147,00.

Fonte: O Bizulhudo 



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quarta-feira, 11 de março de 2015

Acidente Grave

Acidente na BR sentido Itaporanga, 3 mortes, 6 carros atingidos, inclusive explodiram.
A carreta não conseguiu freiar a tempo, devido a manifestação do MST.



Fonte: O Bizulhudo 
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Cantor Assassinado em Salvador

O ex cantor da banda miskuta, ricardinho, acaba de ser morto no curuzu-liberdade...

Fonte: O Bizulhudo 
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terça-feira, 10 de março de 2015

Policial Assassinado na Bahia

Sd Moab pertencente ao 20BPM Paulo Affonso-Ba foi alvejado pelas costas com 3 tiros na Rua B nas casinhas no BTN 3 prox ao Cemiterio Sao Lucas. 

Infelizmente o mesmo não resistiu aos ferimentos e faleceu no HNAS.

Fonte: O Bizulhudo
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domingo, 8 de março de 2015

Acidente Impressionante!

Flagrante: Acidente impressionante, motoqueiro e lançado em cima do veículo...  Cidade de Campos de Goytacazes.


Fonte: O Bizulhudo 
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Homicídio na Rua Airton Sena

Às 08:50 deste domingo aconteceu um homicídio no beco da rua Aírton Sena, Nova Santa Rita  Rio Grande do Sul. Indivíduo em óbito com um disparo na testa de calibre 20. O autor do crime foi preso pelos Policiais do 15BPM de Nova Santa Rita. Foi apreendido a arma do crime e os cartuchos.



Fonte: O Bizulhudo
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Homens Presos Em Salvador


Dois homens foram presos por policiais baianos em Salvador no Bairro de São Gonçalo do Retiro com cédulas de r$ 20,00 falsas. O que mais chamou atenção foi que ao olhar os celulares descobriram que fazem parte de facções do tráfico e que um deles afirma que tomou duas armas de policiais... 

Seguem as diligências a fim de localizarem as armas e os possíveis polícias que foram vítimas.

Suspeito 1-  EDY
Suspeito 2- AFONSO


















Fonte: O Bizulhudo
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Vídeo Mostra Jovens Armados e Ameaçando Rivais


video

Com palavras ameaçadoras, jovens gravam vídeo com armas em punho...
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Resistência e desobediência a policiais poderão ter punições mais severas

Resistência e desobediência a policiais poderão ter punições mais severas

dep subtenente gonzaga 19/02/2015
Subtenente Gonzaga: punições brandas para a resistência e desobediência a policiais contribuem para o seu descrédito.
Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (PL) 8125/14, do deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG), que especifica no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) os crimes de resistência e de desobediência à ordem policial.
Pelo texto, o crime de resistência à ação policial é definido como “opor-se à execução de ato legal, mediante violência ou ameaça a policial, ainda que em auxílio a funcionário competente para executá-lo”. A pena estabelecida é de reclusão de dois a quatro anos e multa.
Já o crime de desobediência à ordem legal de um policial será punido, segundo a proposta, com reclusão de um a três anos e multa.
Menor potencial ofensivo
A atual redação do Código Penal tipifica os crimes de resistência e de desobediência, mas protege o funcionário público em geral, sem especificar o policial. Além disso, destaca Subtenente Gonzaga, as duas ações se enquadram no rol de infrações de menor potencial ofensivo, com penas máximas de dois anos, sendo assim julgadas e processadas pelos juizados especiais criminais, como forma de desafogar os juizados criminais comuns.
A resistência tem como punição a detenção de dois meses a dois anos, que pode ser agravada para reclusão de um a três anos, caso impeça a execução de ato legal de um funcionário público. Já a desobediência tem pena prevista de detenção de 15 dias a seis meses, mais multa.
No entanto, o deputado entende que esses crimes, quando praticados contra policiais em serviço, são mais graves, pois são situações que apresentam risco maior tanto para o ofensor quanto para o agente público, e por isso não podem ser considerados crimes de menor relevância. Em sua avaliação, “a dosimetria das penas hoje contidas no Código Penal contribui para o descrédito dos profissionais de segurança pública”.
Tramitação
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e depois pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Pedro Campos
Edição – Marcos Rossi

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Projeto determina que viaturas de órgãos de segurança pública sejam blindadas

Projeto determina que viaturas de órgãos de segurança pública sejam blindadas

Arquivo/Gabriela Korossy
Keiko Ota
Keiko Ota ressalta que é dever do Estado proteger os profissionais da área de segurança.
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8146/14, da deputada Keiko Ota (PSB-SP), que determina que todas as viaturas dos órgãos de segurança pública sejam blindadas. Pelo texto, as que já estiverem em operação serão adaptadas para instalação da blindagem balística.
A parlamentar destaca que os integrantes dos órgãos de segurança pública no cumprimento de suas atribuições funcionais estão submetidos a diversos riscos. “O mesmo Estado que dá essas atribuições e faz com que esses profissionais corram o risco de serem mortos ou lesionados é o que tem o dever de protegê-los contra toda sorte de agressões e atentados”, afirma Ota.
Segundo a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), as partes dos carros que são blindadas são: teto, vidros, colunas, atrás do banco traseiro (porta-objetos), caixas de rodas, portas, proteção entre o painel e o motor, maçanetas, por trás dos espelhos retrovisores e tanque de combustível.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Marcos Rossi
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Câmara aprova tipificação do crime de venda de bebida alcoólica a menor de 18 anos

Câmara aprova tipificação do crime de venda de bebida alcoólica a menor de 18 anos

A matéria será enviada à sanção presidencial.
Gustavo Lima / Câmara dos Deputados
Ordem do Dia. Votação do Projeto de Lei PL 5502/13, do Senado, que tipifica como crime a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos
O texto prevê detenção de 2 a 4 anos e multa de R$ 3 mil a R$ 10 mil pelo descumprimento da proibição.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (24), o Projeto de Lei 5502/13, do Senado, que tipifica como crime, no Estatuto da Criança e do Adolescente (8.069/90), a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.
O texto prevê detenção de dois a quatro anos e multa de R$ 3 mil a R$ 10 mil pelo descumprimento da proibição. A matéria será enviada à sanção presidencial.
Penalidades
Se o estabelecimento não pagar a multa no prazo determinado, poderá ser interditado até o pagamento.

A penalidade de detenção será aplicada ainda se a pessoa fornecer, servir, ministrar ou entregar de qualquer forma bebida alcoólica, ainda que gratuitamente, a criança ou adolescente.
Igual penalidade poderá ser aplicada em relação a outros produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica se a venda ou entrega ocorrer sem justa causa.
O texto é semelhante a outro (PL 6869/10), também do Senado, sobre o mesmo tema, que previa pena de detenção de seis meses a quatro anos e multa.
Contravenções Penais 
Atualmente, a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) permite o enquadramento da conduta como contravenção penal, pois o estatuto não tipifica a penalidade para a proibição de venda da bebida, que já consta na Lei 8.069/90.

A Lei de Contravenções Penais (Decreto-lei 3.688/41) tipifica a venda de bebida alcoólica a menores com pena de prisão simples de dois meses a um ano ou multa.
A doutrina jurídica nacional diferencia a reclusão da detenção apenas quanto ao regime inicial de cumprimento da pena. Na primeira, ele pode começar com o regime fechado, semi-aberto ou aberto; enquanto na segunda alternativa não se admite o regime inicial fechado, que pode ocorrer apenas se a mudança for demonstrada necessária.
Já a prisão simples, existente apenas na lei de contravenções, deve ser cumprida sem rigor penitenciário e em estabelecimento especial ou seção especial de prisão comum, no regime semi-aberto ou aberto. Não há previsão do regime fechado em nenhuma hipótese para a prisão simples e o condenado fica sempre separado dos condenados a pena de reclusão ou de detenção.
Para eliminar o conflito entre as duas leis, o projeto aprovado revoga o dispositivo da Lei de Contravenções Penais sobre o tema.
Pena alternativa
A grande diferença, portanto, em relação à legislação atual é a tipificação da conduta como crime e a imposição de multa. Como a pena máxima é de quatro anos, seu cumprimento poderá ser feito de acordo com a lei de penas alternativas (9.714/98), que prevê a sua substituição por pena restritiva de direitos.

Legislação mais dura
Ao relatar a matéria pela comissão especial, o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) destacou que um dos fatores da criminalidade é o consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes. “O projeto é um avanço na legislação sobre o tema para visar a melhor saúde, a melhor educação e o melhor ambiente para a família brasileira”, afirmou.

Para o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), a Câmara precisa “travar uma verdadeira guerra contra a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos”.
Macris propõe que o Parlamento tenha a mesma iniciativa que resultou na restrição ao fumo. O deputado, que foi relator da Comissão Especial sobre o Consumo Abusivo de Bebida Alcoólica em 2012, criticou a falta de uma legislação mais dura quanto à propaganda e ao consumo excessivo.


Íntegra da proposta:

Reportagem – Eduardo Piovesan

Edição – Regina Céli Assumpção

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Relançada, Frente da Segurança Pública quer revogar Estatuto do Desarmamento

Deputados defendem a criação de nova comissão especial para analisar projeto que facilita aquisição de armas no País.

Mais de duzentos deputados de vários partidos fazem parte da Frente Parlamentar da Segurança Pública, relançada nesta quarta-feira (25) na Câmara com objetivos bem definidos. Os principais projetos defendidos pelo grupo são a redução da maioridade penal, a diminuição de benefícios a detentos e a revogação do Estatuto do Desarmamento.
A proposta (PL 3722/12) que facilita a aquisição de armas no País será uma das primeiras prioridades dos parlamentares. O texto foi arquivado no ano passado depois que a comissão especial criada para examiná-lo não conseguiu votar o relatório final do deputado Claudio Cajado (DEM-BA). Os deputados da frente defendem agora a criação de uma nova comissão especial para rediscutir a matéria.
Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados
Lançamento da Frente Parlamentar de Segurança Pública
Grupo também defende a rejeição do projeto que acaba com os autos de resistência.
O parecer de Cajado ao projeto do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC) revoga o Estatuto do Desarmamento e institui o Estatuto das Armas de Fogo. Além disso, permite a compra e venda de armas, desde que o comprador tenha mais de 25 anos e não tenha passagem pela polícia.
As licenças para aquisição ficariam a cargo da Polícia Federal e das polícias civis dos estados. Os registros dariam direito ao uso do armamento nas residências, propriedades rurais e no local de trabalho do proprietário, que poderia pedir autorização para o porte da arma se ficar mais de cinco anos sem se envolver em ocorrência policial como autor.
Violência
A proposta foi criticada por entidades ligadas aos direitos humanos, que relacionam o uso de armas ao aumento de crimes violentos. Cajado não concorda com o argumento."Se você pega o mapa da violência vê que mais de 60 mil pessoas foram assassinadas com o Estatuto do Desarmamento vigorando, sem que as pessoas de bem tenham armas", disse o deputado.

O presidente da ONG Viva Brasil, Benê Barbosa, apoia as propostas da Frente Parlamentar da Segurança Pública e aposta que, dessa vez, o projeto que facilita o uso de armas será aprovado pelos deputados, ao contrário do que ocorreu no ano passado.
"Temos um Congresso muito mais conservador do que tínhamos naquela época. Se, antes, a maioria dos deputados era favorável ao desarmamento achando que ele daria certo, hoje, principalmente os novos deputados, sabem que isso não funciona e precisa mudar", afirmou Barbosa.
Polêmica
A polêmica, no entanto, deve se repetir caso o projeto seja apreciado novamente. No ano passado, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) apresentou voto em separado, contrário ao relatório de Cajado.

O parlamentar do Psol é contra a autorização para compra e porte de armas pela população. "Alguns acham que aqui é um Velho Oeste, que todo mundo andando com arma no coldre vai resolver o problema”, comentou. Isso, na minha opinião, contribui para o aumento da violência, das mortes e da própria insegurança."
Outras prioridades
Além da revogação do Estatuto do Desarmamento, o presidente da frente parlamentar, deputado Alberto Fraga (DEM-DF), listou outras prioridades do grupo, como o projeto que reduz a idade penal de 18 para 16 anos e o fim de benefícios aos detentos, como o “saidão”.

"Tem uma questão que incomoda muito a gente, que é o auxílio-reclusão: a família do preso ganha R$ 929 e a família da vítima não recebe nada, fica desassistida", acrescentou Fraga.
O colegiado também defende a reforma do Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) e da Lei de Execução Penal (7.210/84) e a rejeição do projeto (PL 4471/12) que acaba com os chamados autos de resistência, ou seja, a maneira como os policiais justificam mortes ou ferimentos durante prisões ou perseguições de suspeitos.
O presidente da frente aposta no aumento da bancada da segurança pública na Câmara, onde 21 deputados são policiais. Cinco deles, como o próprio Fraga, foram os mais votados em suas unidades da Federação.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Antonio Vital
Edição – Marcelo Oliveira

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Lei que disciplina uso de armas não letais pela polícia aguarda regulamentação

Lei que disciplina uso de armas não letais pela polícia aguarda regulamentação



A nova lei que disciplina o uso de armas não letais por agentes de segurança pública ainda aguarda regulamentação do Poder Executivo. Sancionada pela presidente Dilma Rousseff em 22 de dezembro, a Lei 13.060/14 determina que os órgãos de segurança pública priorizem o uso de instrumentos de menor potencial ofensivo nas situações em que a integridade física ou psíquica dos policiais não estiver em risco.
A norma, no entanto, não menciona armas específicas que se encaixem nessa classificação.

De acordo com a lei, consideram-se instrumentos de menor potencial ofensivo os "projetados especificamente para, com baixa probabilidade de causar mortes ou lesões permanentes, conter, debilitar ou incapacitar temporariamente pessoas", o que abrangeria as armas de incapacitação neuromuscular, conhecidas como armas de choque (taser), o spray de pimenta (gás OC - Oleorresina Capsicum), balas de borracha, entre outros.

Proteção
Para o relator da matéria na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara, deputado William Dib (PSDB-SP), a lei assegura a proteção ao cidadão, já que "o policial não deve sacar uma arma de forma indiscriminada".

"Protege-se a população, mas também dá condições para a polícia, de uma forma geral, agir dentro da lei", disse Dib.


 Pessoa em fuga
Um dos pontos mais polêmicos da nova legislação é a proibição expressa de utilização de arma de fogo contra pessoa, em fuga, desarmada ou, mesmo armada, que não represente risco imediato de morte ou de lesão aos agentes de segurança pública ou a terceiros.

A lei também considera ilegítimo o uso de arma de fogo contra veículo que "fure uma blitz", ou seja, que desrespeite um bloqueio viário policial.

Críticas à lei

Delegado de polícia licenciado, o deputado João Campos (PSDB-GO) lamentou que a lei não tenha considerado o perigoso cotidiano dos policiais. "A presidente sanciona um projeto – evidentemente aprovado pelo Parlamento –, que diz que o policial deve usar, prioritariamente, armas de menor potencial ofensivo, em contraste com o bandido, que só usa arma de maior potencial ofensivo. Parece-me uma contradição", afirmou.

O projeto original [PLS 256/05], do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), estabelecia regras para o uso de cassetetes de madeira e armas como espadas e sabres. Entretanto, na Câmara, foi aprovado substitutivo ao Projeto de Lei 6125/09, com normas mais amplas que acabaram sendo confirmadas pelo Senado e transformadas em lei, após nove anos de tramitação no Congresso.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Imagens: O bizulhudo
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Oficial da PM Assassinado...

Bandidos a bordo de uma Hilux Prata estavam fazendo arrastão na localidade de Buriti, quando descobriram que um dos proprietários de uma fazenda era PM, o Ten Itamar foi brutalmente assassinado após identificado... Policiais do 11BPM fazem diligencias na região a fim de localizar os autores.


Fonte: O Bizulhudo
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POLICIAL FEMININA BALEADA PELO MARIDO

Hoje no dia Internacional da Mulheres, a policial Sd Alessandra deu entrada no COT Canela, após ter sido vitima de um disparo de arma de fogo disparado pelo seu próprio marido de prenome Alan. Informações passada pela sua colega de prenome Camila...

Segundo ultimas informações a policial pertence ao Batalhão de Guardas da PMBA.


Fonte: O Bizulhudo



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Mais um PM Baleado em Salvador

Deu entrada às 01:23hs no Hospital do Subúrbio o SD PM FÁBIO FERREIRA DE ARAÚJO , Mat 338.397-1 pertencente à 1 Cia / Permambués , 04 elementos o assaltaram e efetuaram um disparo no abdômen do mesmo , fato ocorrido atrás da igreja na praça da Revolução em Periperi.
A polícia efetua diligências a fim de identificar e prender os autores dos disparos...

Fonte: o bizulhudo

Foto: ilustrativa
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sábado, 7 de março de 2015

Policial Tira a farda pedindo respeito!!!


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Em um momento de desabafo policial militar paraibano pede respeito, e que seus direitos como cidadão sejam respeitados...
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Apreensão de Arma de Fogo

Uma Guarnição da CEATur (Paraíba) fez  apreensões de armas de fogo em Miramar um Revólver e uma PT .




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Lista de investigados inclui pai e filho, mensaleiros, pastor e padre

Além dos presidentes da Câmara e do Senado, a lista dos 47 políticos que serão investigados no Supremo Tribunal Federal (STF) reúne outros integrantes de cargos importantes no Congresso, como líderes partidários, presidentes de comissões e lideranças partidárias. Mas a lista também traz curiosidades, como a presença de um pai e de um filho, de dois ex-parlamentares condenados pela Justiça, e até de um pastor e de um padre. Os sentenciados, que ainda cumprem pena por envolvimento em um dos mais rumorosos escândalos políticos da história recente do país, o mensalão, são os ex-deputados Pedro Corrêa (PP-PE) e Pedro Henry (PP-MT).
O sacerdote católico que será investigado no Supremo é o ex-deputado José Linhares (PP-CE), que exerceu cinco mandatos consecutivos na Câmara. Aos 84 anos, o religioso disputou sem sucesso a eleição para o Senado ano passado na condição de suplente de Mauro Benevides Filho (Pros), segundo colocado. O nome de Linhares consta da principal investigação da Lava Jato no STF (a PET 5260), que reúne 35 políticos suspeitos de praticarem os crimes de quadrilha, corrupção e lavagem de dinheiro.
“Nova ordem satânica”
Outro religioso incluído nessa petição é o deputado Missionário José Olímpio (PP-SP). Em seu segundo mandato, o parlamentar é o primeiro representante no Congresso da Igreja Mundial do Poder de Deus, fundada e liderada pelo apóstolo Valdemiro Santiago, que rivaliza com a Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo. Antes de chegar à Casa, em 2011, Olímpio foi vereador em São Paulo com apoio da Universal. Ele é pai do vereador paulistano José Olímpio Júnior (PSD).
No ano passado, o deputado apresentou um projeto de lei contra a “nova ordem satânica mundial”. Essa foi a justificativa foi utilizada por ele ao propor a proibição da implantação de chips em seres humanos, equiparados por ele à “marca da besta”. “Tendo em conta que o fim dos tempos se aproxima, é preciso que o Parlamento brasileiro se antecipe aos futuros acontecimentos e resguarde, desde logo, a liberdade constitucional de locomoção dos cidadãos”, escreveu o religioso na argumentação do projeto. Arquivada no final da legislatura por não ter sido votada por nenhuma comissão, a proposta foi desarquivada ontem (6) a pedido do próprio deputado.
Reincidentes na suspeita
Ex-presidente do PP, Pedro Corrêa cumpre pena no presídio de Canhotinho (PE) por ter recebido recursos do mensalão. Seus advogados terão de defendê-lo agora da suspeita de ter embolsado R$ 5,3 milhões de uma só vez do esquema de corrupção na Petrobras, além de repasses mensais, apontados pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa.
Cumprindo pena em regime semiaberto desde outubro, o ex-líder do PP Pedro Henry foi citado por Paulo Roberto como peça-chave em sua indicação para a diretoria de Abastecimento. Delator do esquema, o ex-diretor disse que manobra de Henry no Congresso foi fundamental para sua ascensão ao posto de dirigente da estatal.
De pai para filho
Além de condenados e religiosos, as investigações no Supremo também unem dois membros de uma mesma família: o senador Benedito de Lira (PP-AL), que lidera o PP no Senado, e seu filho, o deputado Arthur Lira (PP-AL), que preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.
Arthur aparece como alvo de três inquéritos. Em dois deles, terá a companhia do pai senador. Em sua delação premiada, o doleiro Alberto Youssef disse que pagou despesas de campanha de Arthur Lira em 2010. O doleiro afirmou, ainda, que o deputado recebia repasses mensais entre R$ 30 mil e R$ 150 mil da cota do PP no esquema de corrupção da Petrobras. Já o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa disse que repassou R$ 1 milhão para a campanha de Benedito de Lira em 2010 por meio de Alberto Youssef.
Arhur Lira, que também responde no Supremo por agressão física à ex-mulher, nega ter recebido propina e diz que não deixará o comando da CCJ, a mais poderosa das comissões da Câmara. Outro titular do colegiado, o ex-ministro Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) também está na lista dos investigados da Lava Jato.
Colegiado com a missão de examinar a conduta dos parlamentares, o Conselho de Ética da Câmara tem um investigado entre seus integrantes, o deputado Lázaro Botelho (PP-TO). Filhos de dois ex-deputados sob investigação na Lava Jato, também ocupam assentos no conselho: Covatti Filho (PP-RS), filho de Vilson Covatti (PP-RS), e Cacá Leão (PP-BA), suplente do colegiado e filho do atual vice-governador da Bahia João Leão (PP-BA). Ao saber que seu nome estava entre os investigados, João Leão alegou surpresa e inocência e acrescentou: “Estou cagando e andando, em bom português, na cabeça desses cornos”.
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Ministro da Justiça defende Dilma e diz que 'não há indícios' para investigar presidente

O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse em entrevista coletiva neste sábado (7) que "não há indícios mínimos" para autorizar a abertura de investigação contra a presidente Dilma Rousseff. "A presidente Dilma não teve pedida nem decidida qualquer autorização para investigação porque não há fatos, não há indícios que pudessem envolvê-la em absolutamente nada", afirmou Cardozo. Cardozo negou ter havido interferência do governo para retirar nomes de políticos da lista do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvidos em inquéritos relativos à Operação Lava. Segundo o ministro, o Ministério Público tem autonomia para conduzir as investigações. "Se no passado havia interferência para se buscar pessoas, hoje isso não mais ocorre. Concorde o Executivo, ou não, com as decisões, elas são de inteira responsabilidade do Ministério Público", afirmou.

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Traduzido Por: Bizu de Praça - Designed By